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PROPESP - Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação
Diretoria de Pós-Graduação
Universidade Federal do Rio Grande - FURG
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Especialização - Atendimento Educacional Especializado (Especialização EaD)
   Informações  
 

1.1. Denominação do Curso:

    1.            Atendimento Educacional Especializado EaD

 

1.2. Caracterização do Curso:

           Atender a demanda de estudantes incluídos com deficiência e/ou necessidades específicas na rede de ensino é tarefa difícil e que requer especificidades. Desta forma, propõe-se um curso de especialização que oportunizará aos professores aquisição de suporte científico e prático para lidar com a diversidade das diferenças e desenvolver ações que promovam processos de ensino e aprendizagem ativos, criativos e participativos, que essencialmente possibilitem acesso e inclusão de todos à escola e à sociedade.

          Inicialmente o curso propõe-se a esclarecer as bases epistemológicas aumenta nossas reflexões e ações em torno dos estudantes com deficiência e/ou necessidades específicas de acordo com paradigmas inclusivos na construção do AEE na escola de ensino regular. Posteriormente levaremos os cursistas a compreenderem o fazer, o sentir e o pensar do professor do AEEE em uma perspectiva de Educação Inclusiva. Favorecendo o desenvolvimento das habilidades técnicas, humanas e políticas desse exercício profissional; apresentando competências essenciais que determina a compreensão do ato educativo nas suas multidimensionalidades; envolvendo a elaboração de planos de ação e a escolha de metodologias de ensino, dos métodos e da didática de atuar com a diversidade de estudantes encontrada na sala de aula; e assegurando o aprender o aprender a aprender dos professores.

 

1.3. Objetivo Geral do Curso:

 

                 Capacitar os professores da rede pública de ensino e licenciados, no atendimento de  estudantes com deficiência e/ou com necessidades específicas no âmbito da Educação Inclusiva.                                                                         

                                                                     




1.4. Objetivos específicos:

  • Promover formação permanente de professores para o Atendimento Educacional Especializado nas escolas da rede pública;
  • Oferecer suporte à ação pedagógica dos professores, construindo possibilidades de acessibilidade e inclusão aos estudantes com deficiência e/ou necessidades específicas;
  • Propor situações que incentivem a reflexão e a construção do conhecimento como processo contínuo de formação docente no âmbito da Educação Inclusiva;
  • Desenvolver conhecimentos que possibilitem a compreensão de conceitos e práticas e seus usos sociais às pessoas com deficiência e/ou necessidades específicas;

1.5. Carga Horária

           A carga horária total do curso será de 460 horas na modalidade à distância.                                                                                                    

  • JUSTIFICATIVA DA CRIAÇÃO DO CURSO

            

            O Programa Institucional de Formação Continuada da Universidade Federal do Rio Grande – FURG é composto por ações nas áreas de educação básica, educação especial e educação para a diversidade. O Programa Institucional de Formação Continuada conta como instâncias articuladoras à FURG, a Pró-Reitoria de Extensão e Cultura - PROEXC, o Comitê Gestor de Formação Inicial e Continuada de Professores da Educação Básica. A Formação Continuada de professores vem recebendo atenção especial das recentes políticas públicas educacionais com vistas à educação de qualidade para TODOS. Um importante espaço para o planejamento das ações de formação que a FURG tem participado ativamente é o Fórum Estadual Permanente de Apoio à Formação Docente da Secretaria de Estado da Educação do Rio Grande do Sul. Neste Fórum, seus integrantes estudam, elaboram e acompanham a execução e avaliação do Plano Estratégico de Formação dos Professores do Estado em articulação com a Política Nacional de Formação dos Profissionais do Magistério instituída pelo Decreto 6.755, de 29 de janeiro de 2009, pelo Governo Federal.

             Neste contexto, em 2010, o Ministério da Educação, através de uma ação conjunta da Secretaria da Educação Básica (SEB) e da Secretaria da Educação Continuada, Alfabetização, da Diversidade e Inclusão (SECADI), realizou um chamamento às Instituições de Ensino Superior para apresentarem propostas de cursos de Formação Continuada para professores da Educação Básica em exercício. Esta chamada teve como objetivos principais (i) ampliar a Rede Nacional de Formação Continuada de Professores (RENAFOR); (ii) desenvolver ações e programas de Formação Continuada que articulassem as Instituições de Ensino Superior e as escolas públicas de educação básica; (iii) fomentar o desenvolvimento profissional permanente de docentes; (iv) aproximar a pesquisa e a produção acadêmica do processo de formação de profissionais do magistério e (v) assegurar a participação dos professores da educação básica no planejamento, gestão e avaliação das ações e programas de Formação Continuada.

            



            Em resposta a este chamamento a Pró- reitoria de Extensão da FURG través do seu Programa de Formação Continuada, foram desenvolvidos, em 2011, cursos de capacitação que atenderam aproximadamente 300 professores da educação básica do Rio Grande do Sul.              Organizado e executado pela equipe do Núcleo de Estudos e Ações Incluídas – NEAI, foi realizada a 1ª edição do Curso de Capacitação para as Salas de Recursos Multifuncionais ofertado para os professores em exercício da educação básica da rede pública de ensino que atuavam ou atuariam nas Salas de Recursos Multifuncionais, da rede de ensino municipal e estadual da cidade do  Rio Grande, de Pelotas, de  São José do Norte, de São Lourenço do Sul, de Santa Vitória do Palmar e do Chuí.

            Em 2012, o público-alvo na 2ª edição deste curso teve as mesmas características, atendendo a demanda de Rio Grande, Santa Vitória do Palmar, Chuí, São José do Norte, Santo Antônio da Patrulha e Mostardas.  Já, em 2013, a 3ª edição foi oferecida para  os professores em exercício da rede pública de ensino que atuam ou atuaríam em Salas de Recursos Multifuncionais e/ou que tenham estudantes com deficiência e/ou necessidades educativas específicas incluídos nas suas turmas do ensino fundamental e médio. A demanda do PDE  atendida foi a dos municípios do Rio Grande, Santa Vitória do Palmar, Chuí, São José Norte e Canguçu.

            A SECADI, em 2013, publicou os cursos da Educação Especial à rede escolar e, neste intuito, o curso da FURG obteve grande procura para o aperfeiçoamento na área de AEE. Sendo assim, em 2014 foi realizado o Curso de Aperfeiçoamento de Professores para Salas de Recursos Multifuncionais na modalidade à distância em parceria com a SEaD/FURG e a NEAI/PROEXC/FURG.

            Através da realização do curso de especialização totalmente à distância para professores e licenciados do Rio Grande do Sul oportunizará um aumento da abrangência geográfica e desenvolver-se-á elucidações científicas, objetivando a) instrumentalizar e trocar experiências neste cenário da Educação Inclusiva; b) realizar atividades práticas direcionadas ao trabalho da AEE, criando possibilidades de acessibilidade e inclusão e c) desenvolver estratégias para minimizar a diferença do vivenciado pelas pessoas com deficiência e/ou necessidades educativas específicas, mantendo as diretrizes da LDB 1996 - Educação para 

Todos; d) formar e capacitar todos os professores das escolas regulares    para realizar o AEE,

através das ações desenvolvidas nas Salas de Recursos Multifuncionais; e) disseminar os conhecimentos acerca do AEE nas áreas de deficiência intelectual, sensorial, física, múltiplas, 

surdocegueira, transtorno do espectro autista, altas habilidades/superdotação e transtorno psíquico.

            Além dos objetivos propostos, pretende-se promover, plenamente, as ações referentes aos cursos de Formação Continuada, por exemplo, no que diz respeito à diferença e TA na área da educação especial.  Desenvolver-se-á o curso em regiões fronteiriças e /ou interioranas buscando atender as necessidades de uma população que tem dificuldade de acesso à informação da multiplicidade de ações que possibilitam a inclusão de pessoas com deficiência e/ou necessidades específicas de aprendizagem. Atendendo a demanda das comunidades de: Canguçu, Mostardas, Santa Vitória do Palmar/ Chuí, Santana do Livramento, Rio Grande e Agudo.

 

  1. PÚBLICO ALVO

 

           Será constituído por 180 licenciados em qualquer área do conhecimento e professores que atuam em escola pública, com interesse em estudar sobre as possibilidades de inclusão no ensino regular.

 

                                      

                                         

  1. METODOLOGIA 

 

             A base estrutural deste curso são as ferramentas de tecnologia assistiva (TA) que podemos utilizar como possibilidades no Atendimento Educacional Especializado na perspectiva da Educação Inclusiva. Esta interdisciplinaridade permeará os conteúdos desenvolvidos nas disciplinas numa possibilidade de discutir em cada Módulo, especificidades do perfil dos estudantes com deficiências e/ou necessidades específicas.

           O curso será realizado na modalidade à distância com a duração de 480 h e ofertado aos licenciados e aos professores da rede de ensino regular do estado do Rio Grande do Sul, 

desenvolvido em 5 módulos, três semestres, contendo disciplinas que abordarão questões teórico práticas aprofundando o conhecimento relacionado as especificidades do Atendimento Educacional Especializado viabilizando a Educação Inclusiva.

            O candidato deve atender-se ao fato que a divulgação de todo processo será na plataforma Moodle , pelas CRE , pelas  Secretarias do RS e  pela SEaD/FURG;  as apresentações finais serão realizados nos municípios dos cursistas e na SEaD/FURG.                                               

              Buscando dinamizar a comunicação entre a equipe executora (tutores e professores pesquisadores formadores) pretende através de chat ou fóruns de discussões estarão presentes 

para dar suporte aos cursistas. Serão feitos todos os esforços para que o espaço virtual do curso seja acessível a TODOS, assegurando a funcionalidade e a usabilidade dos atores do processo.

             O conteúdo será apresentado na Plataforma Modlle em vídeo-aulas teórico/práticas ( 30mim), também em web conferências ( 30 pessoas capacidade das salas virtuais). O suporte científico será disponibilizado através de referências bibliográficas, material digital (power-point, livro digital, textos on line) além de apresentação de filmes ( aula 10min, tarefa independe). O uso de recursos como jogos, materiais didáticos e ferramentas de tecnologia assistiva se faz presente no trato das especificidades.

 A etapa culminante da avaliação será a entrega dos relatórios de estágio e as apresentações dos artigos no Seminário de Encerramento (apresentação dos Trabalhos de Conclusão de Curso – TCC) será realizado numa webconferência nos pólos, respectivos às regiões de abrangência da residência dos inscritos no curso, com uma banca composta de professores que atuaram no curso. Os estágios serão realizados nas escolas públicas que possuírem salas de recursos multifuncionais e profissionais para supervisão local. Retomando práticas usuais de sala de aula analisadas sobre a intervenção do AEE, minimizando as diferenças. A intenção da formação é oferecer uma gama de possibilidades de acessibilidade e inclusão, trazendo como suporte a TA.

 

4.1. Ementas, bibliografias e carga horária das disciplinas

        

 Inicialmente, haverá uma apresentação do curso pela coordenadora, que além de mostrar o projeto, servirá para focar o cursista em questões da composição da equipe, regulamento, metodologia, aprendizagem colaborativa em redes e as estratégias que serão usadas ao longo do curso.

O curso será desenvolvido em seis módulos:

 

Disciplinas/Professores

 
MÓDULO DISCIPLINA CARGA HORÁRIA RESPONSÁVEL EMENTA              BIBLIOGRAFIA
I (45h) A tecnologia e a legislação como alicerce da inclusão Disciplina 1 - Educação a distância 15h Profa. Narjara Mendes Garcia(IE/FURG) História da Educação à distância e sua importância para a formação inicial e continuada de professores. A função de professores, tutores e estudantes nos cursos à distância. O uso da plataforma Moodle. Noções básicas do desenvolvimento das atividades no ambiente virtual. Reflexão sobre a modalidade de ensino à distância. Apresentar ambientes virtuais de aprendizagem como ferramentas para uso dos cursistas desenvolverem habilidades para trabalhar tecnologias da informação e da comunicação. Este curso visa oportunizar os conhecimentos necessários para o uso do computador como ferramenta de apoio, por meio da construção de competências para a utilização dos principais recursos de ambientes virtuais (Moodle), sistemas operacionais, editores de texto, apresentações, bem como pesquisas e comunicação via internet.

BELLONI, Maria Luiza. Ensaio sobre a educação a distância no Brasil. Educação & Sociedade, ano XXIII, n 78, abril, 2002.


MORAN, José Manuel; MASETTO, Marcos T.; BEHRENS, Marilda Aparecida. Novas tecnologias e mediação pedagógica. 13 ed. Campinas, SP: Papirus, 2000.


SILVA, Marcos (org.). Educação online. 2 ed. São Paulo, SP

  Disciplina 2 – Marcos legais da Educação Especial/ Inclusiva  30h

Prof. Renato Duro

FADIR/FURG

Discutir o direito de todos os estudantes a uma educação sem exclusões, discriminação e preconceitos. Políticas públicas em Educação Inclusiva. O AEE como serviço de Educação Especial, cumprindo a Lei Brasileira de Inclusão – LBI (2015).

BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de Dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da

educação nacional. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm.  Acesso em: 30 jul. 2018.


BRASIL. Lei nº 13.146, de 6 de Julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13146.htm.  Acesso em: 30 jul. 2018.

                                                                       

MAZZOTA, M. Educação especial no Brasil: história e políticas públicas. São Paulo: Cortez, 2005.

II (75h) Um olhar sobre a Diversidade Disciplina 3 – Dificuldades de Aprendizagem e as  Necessidades Educativas 30h

Profa. Susie Ilha

ILA/FURG e proa.

Carla Imaraya Meyer

de Felippe ICHI/FURG

BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de Dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da

educação nacional. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm.  Acesso em: 30 jul. 2018.


BRASIL. Lei nº 13.146, de 6 de Julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13146.htm.  Acesso em: 30 jul. 2018.

                                                                       

MAZZOTA, M. Educação especial no Brasil: história e políticas públicas. São Paulo: Cortez, 2005.

BAPTISTA, C (org). Inclusão e escolarização: múltiplas perspectivas. Porto Alegre: Mediação, 2006.


CARVALHO, R. Temas em educação especial. Rio de Janeiro: WVA, 1998


COSTA, A. Psicopedagogia e psicomotricidade: pontos de intersecção nas dificuldades de aprendizagem. Petrópolis, RJ: Vozes, 2001.


DOLLE, J.; BELLANO, D. Essas crianças que não aprendem: diagnósticos e terapias cognitivas. Petrópolis, RJ: Vozes, 2004.


LODI, A.; Harrison, K.; Campos, S. (org). Leitura e escrita no contexto da diversidade. Porto Alegre: Mediação, 2004.


MARINHO, Hermínia Regina Bugeste; JUNIOR, Moacir Ávila de Matos; FILHO, Nei Alberto Salles; FINK, Silvia Christina Madrid. Pedagogia do movimento: universo lúdico e psicomotricidade. Curitiba/PR: IBPEX, 2007.


MARTINS, L.; Pires, J.; Pires, G.; Melo, F. (org). Inclusão: compartilhando saberes. Petrópolis, RJ: Vozes, 2006.


MITTLER, P. Educação inclusiva: contextos sociais. Porto Alegre: Artmed, 2003.


SILVA, T. Identidade e diferença: a perspectiva dos estudos culturais. Petrópolis, RJ: Vozes, 2000.


SKILIAR, C. (org). Educação e exclusão: abordagens sócio-antropológicas em Educação Especial. Porto Alegre: Mediação, 2006.

  Disciplina 4 – As novas aprendizagens do cérebro; o estudante e suas emoções 30h A selecionar O sujeito a sua especificidade: neurociência e suas implicações na aprendizagem; processo ensino-aprendizagem e sua relação com as síndromes neurológicas; a hiperatividade e o déficit de atenção como limitador no ato de aprender; indicadores de possibilidades; discorrerá sobre as vicissitudes do comportamento; aspectos emocionais impeditivos da aprendizagem; a diversidade das emoções e sua influência no comportamento do estudante.

AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. DSM-IV - TR - Manual diagnóstico de transtornos mentais. Porto Alegre: Artmed, 2002. 


COLL, C. et alli. Desenvolvimento Psicológico e Educação: psicologia evolutiva. São Paulo: Artmed, 2004.

FONSECA, V. da. Educação Especial. Porto Alegre: Artmed, 1987.


GOLDSTEIN, S. Hiperatividade: Como desenvolver a capacidade de atenção da criança. Campinas, SP, 1994.


OMS. Classificação de transtornos mentais e de comportamentos da CID 10: descrições clínicas e diretrizes diagnósticas. Trad. Dorgival Caetano. Porto Alegre: Artes Médicas, 1993. 


SHAYWITZ, S. Entendendo a dislexia: um novo e completo programa para todos os níveis de problemas de leitura. Porto Alegre: Artmed, 2006.

SANTAROSA, Lucia Maria Costi (org.). Tecnologias Digitais Acessíveis. Porto Alegre: JSM Comunicação Ltda., 2010.


ROTTA, N. et alli. Rotina em neopediatria: transtornos da aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 2005.                                                                                            


VYGOTSKY, L.S. A Formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1994


  Disciplina 5 – O corpo e o movimento  15h

A selecionar

Intervenção por meio do AEE: recursos pedagógicos acessíveis e a tecnologia assistiva – TA para a deficiência física; situações-problema vivenciadas na sala de aula para o estudante com mobilidade reduzida; cultura do movimento.

FRUG, C. Educação motora em portadores de deficiência: formação da consciência corporal. São Paulo: Plexus Editora, 2001.

 

PACHECO, J.; Eggertsdóttir, R; Marinósson, G. Caminhos para a inclusão: uma guia para o aprimoramento da equipe escolar. Porto Alegre: Artmed, 2007.

 

BERSCH, R.; PELOSI, M. B.. Portal de Ajudas Técnicas para Educação: Equipamentos e material pedagógico para educação. Capacitação e recreação da pessoa com deficiência física. Tecnologia Assistiva: recursos de acessibilidade ao computador. Brasília: ABPEE-MEC, 2007.

 

CORDE, Comitê de Ajudas Técnicas, ATA VII. Disponível em:

http://www.mj.gov.br/sedh/ct/corde/dpdh/corde/comite_at.asp (acessado em 03 ago./2018)

 

GERICOTA, M. G. de Oliveira. Ajudas técnicas à Comunicação para pessoas com Paralisia Cerebral. Disponível em:

http://portal.ua.pt/bibliotecad/default1.asp?OP2=0&Serie=0&Obra=21&H1=5&H2=1

 

III (60h) - A inteligência e suas particularidades Disciplina 6 – Aprendendo a lidar com a genialidade na escola; a escola que não me compreende 30h

A selecionar

Concepções de inteligência e inteligência múltipla. Estudos sobre Inteligência e seu desenvolvimento.  Características do estudante com altas habilidades/superdotação;  trabalho de AEE como mediação para à inclusão; concepções contemporâneas a respeito da escolarização de estudantes com deficiência intelectual (DI) na perspectiva dos paradigmas inclusivos.. Bases teóricas e as práticas do AEE, as finalidades deste atendimento e a elaboração do plano. Metodologia de trabalho para elaboração e definição de suporte.

ALENCAR, E. Criatividade e educação de superdotados. Petrópolis, RJ: Vozes, 2001.

 

ANTUNES, C. Casos, fábulas, anedotas ou inteligências, capacidades, competências. Petrópolis, RJ: Vozes, 2003.

 

GAIO, R.; Meneghetti, R. (org). Caminhos pedagógicos da educação especial. Petrópolis, RJ: Vozes, 2004.

 

GUENTHER, Z. Desenvolver capacidades e talentos: um conceito de inclusão. Petrópolis, RJ: Vozes, 2006.

 

FELTRIN, A. E. Inclusão social na escola: quando a Pedagogia se encontra com a diferença. São Paulo: Paulinas, 2004.

 

FERREIRA, Maria Elisa Caputo; GUIMARÃES, Marly. Educação Inclusiva. Rio de Janeiro: DP&A, 2003. 

 

MANTOAN, M. T. E. Compreendendo a deficiência mental: novos caminhos educacionais. São Paulo, SP: Scipione, 2005.

 

PADILHA, A. Práticas pedagógicas na educação especial: a capacidade de significar o mundo e a inserção cultural do deficiente mental. Campinas, SP: Autores associados, 2005.

 

VAYER, L. Educação psicomotora e retardo mental. São Paulo: Manole, 1988.

VOIVODIC, M. A. Inclusão escolar de crianças com Síndrome de Down. Petrópolis, RJ: Vozes, 2004.

 

  Disciplina 7 –

As vicissitudes na inclusão de estudantes com  transtorno do espectro autista   (TEA)

30h A selecionar

Experiências institucionais e abordagens educacionais dos estudantes com TEA e as dificuldades e possibilidades de construção do AEE

Aspectos cognitivos e fenomenológicos dos estudantes com TEA considerando suas características de aprendizagem, as potencialidades e as possibilidades de inclusão

ATTWOOD, T. A síndrome de Asperger: um guia para pais e profissionais. Lisboa: Verbo, 1998.


BAPTISTA, C.; BOSA, C. Autismo e educação: reflexões e propostas de intervenção. Porto Alegre: Artmed, 2002.


BOSA, C.; CALLIAS, M. Autismo: breve revisão de diferentes abordagens. Psicologia: Reflexão e Crítica, v.13, n.1, p.167-177.


BRASIL, Ministério da Educação. Secretária de Educação Especial. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Brasília: MEC/SEESP, 2008.


GAUDERER, E. Christian. Autismo e outros atrasos do desenvolvimento: uma atualização para os que atuam na área: do especialista aos pais. Brasília: Corde, 1992.


ORRÚ, Silvia Ester. Autismo, linguagem e educação: interação social no cotidiano escolar. Rio de Janeiro: Wak Ed., 2009.

ROCHA, P. S. (org.) Autismos. São Paulo: Escuta, 1997.


SCHWARTZMAN, José Salomão. Autismo Infantil. São Paulo: Memnon, 2003.


TUCHMAN, Roberto; RAPIN, Isabelle. Autismo: abordagem neurobiológica. Porto Alegre: Artmed, 2009.

IV (120) – As percepções sensoriais e suas especificidades Disciplina 8 – O sujeito com deficiência visual e o AEE; deficiências múltiplas sensoriais e surdocegueira 30h A selecionar A desmistificação, a quebra de esteriótipos e a mudança de atitudes em relação aos estudantes cegos (invisuais) e/ou com baixa visão inseridos no ensino regular. Alfabetização e aprendizagem no ensino, o sistema braile e a produção e uso de recursos de baixa e alta tecnologia assistiva (TA). Subsídios para a elaboração de um plano de AEE; Cuidados primários e o trabalho parceria com as famílias. Surdocegueira e deficiência múltipla sensorial; Tecnologia assistiva (TA) e estratégias de ensino que facilitam a acessibilidade, a comunicação e a mobilidade.

AMIRALIAN, Maria Lucia Toledo Moraes. Deficiência Visual: perspectivas na contemporaneidade. São Paulo: Vetor, 2009.


ANGELO, Carlo D’. Crianças Especiais – Superando a diferença. Bauru, SP: -EDUSC, 1998.


ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ASSISTÊNCIA AO DEFICIENTE VISUAL. Disponível em: <http://www.laramara.org.br/portugues/index.php>. 


CADER, Fátima & COSTA, Maria. Características de algumas crianças surdocegas. 


BANCO DA ESCOLA. Alfabetização de alunos usuários do sistema Braille. <www.bancodaescola.com/entrevista-rbc-agosto-2008.html>.


BENGALA BRANCA. Disponível em: .


DEFICIÊNCIA VISUAL. Aprendizagem do sistema Braille e o processo de alfabetização. Disponível em: <http://proadv.zip.net>. 


______. Deficiente Visual e Tecnologias Assistivas. Disponível em: <http://proadv.zip.net>. 


ESCOLA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL JOSÉ ALVARES DE AZEVEDO. Disponível em: <http://escolaalvaresdeazevedo.blogspot.com.br/>. 


HONORA, Márcia, Mary Lopes Esteves Frizanco. Ciranda da Inclusão: Esclarecendo as diferenças. São Paulo: Ciranda Cultural, 2007.


MASINI, Elcie F. Salzano. Educação e Alteridade: Deficiências Sensoriais, Surdocegueira e Deficiências Múltiplas. São Paulo, Vetor: 2011.


MEC, Secretaria de Educação Especial. Saberes e práticas da inclusão. Dificuldades de comunicação e sinalização: surdo-cegueira/múltipla deficiência sensorial. Brasília, 2006.

  Disciplina 9 – O ensino bilíngue para estudantes surdos e deficientes auditivos. 40h

Profª Cristiane Lima

Terra Fernandes

(ILA/FURG)

Breve histórico da educação de surdos no Brasil e no mundo; A constituição das identidades surdas; O que é a Libras; Metodologia de ensino bilíngue

BRASIL. Decreto nº 5.626. Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras, e o art. 18 da Lei nº 10.098 de 19 de dezembro de 2000. Publicada no Diário Oficial da União em 22/12/2005.

 

SKLIAR, C, MASSONE, M. I. & VEINBERG, S. O acesso das crianças surdas ao bilinguismo e ao biculturalismo.  Infância e Aprendizagem. Disponível em http://virtual.udesc.br/html/surdos/artigos/artigo04.htm.

 

TERRA-FERNANDES, Cristiane Lima. Neurociências na formação docente e implicações para a educação bilíngue de estudantes surdos. Tese (Doutorado) – Universidade Federal do Rio Grande – FURG, Programa de Pós-Graduação em Educação em Ciências: Química da Vida e Saúde, Rio Grande/RS, 2018

 

  Disciplina 10 – Libras 50h

Profª Cristiane Lima Terra Fernandes

(ILA/FURG

A estrutura da Libras; Sinais em contexto. Site: www.libras.furg.br
V (30h) – Adaptações curriculares e práticas pedagógicas
Disciplina 11 –  O jogo como disparador de aprendizagem; O Plano de Atendimento Educacional Especializado e a construção do Currículo Adaptado
30h A selecionar O jogo e o reconhecimento do outro, da cultura, na instituição escolar; significados e significantes nos tempos e espaços escolares; desenvolvimento da infância nos aspectos psicomotores, expressão de linguagens, regras e sustentação do laço transferencial; brincar, desenhar e jogar; Organização do plano de AEE e a construção do Currículo Adaptado.

ANTUNES. Celso. Ludopedagogia. São Paulo: Editora do Brasil S.A, 1974.


ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO: A VERDADE DO AEE ESCOLA.https://institutoitard.com.br/atendimento-educacional-especializado-a-verdade-do-aee-na-escola/


SANTOS, Santa Marli Pires dos (org). A ludicidade como ciência. Rio de Janeiro: VOZES, 2001.


MANTOAN, Maria Tereza Égler; SANTOS, Maria Terezinha Teixeira dos. Cotidiano Escolar – Ação Docente: Atendimento Educacional Especializado – Políticas Públicas e Gestão dos Municípios. São Paulo: Moderna, 2010.


MEC, Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Programa de Implantação de Sala de Recursos Multifuncionais. Manual de Orientação. Brasília, 2010.  


______, Resolução nº 4, 02 de outubro de 2009. Institui Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica, modalidade Educação Especial. Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação Básica. Brasília, 2009.  

POKER, Rosimar Bortolini. Plano de Desenvolvimento Individual para o Atendimento Educacional Especializado. São Paulo: Cultura Acadêmica Marília – Oficina Universitária, 2013. Disponível em: https://www.marilia.unesp.br/Home/Publicacoes/af-livro_9_poker_v7.pdf


SANTOS. Rute Paixão dos. Conhecimentos, habilidades e atitudes. Disponível em: http://W. rh.com.br/ Portal/Desempenho/Artigo/4471/ conhecimentos habilidades-e-atitudes.html 


SILUK, Ana Cláudia Pavão. (Org.). Formação de professores para o atendimento educacional especializado. 1. ed. Santa Maria: Universidade Federal de Santa Maria, 2011.

VI (150h) – Ações Afirmativas para Inclusão Disciplina 12 –

Elaboração de Projetos na Escola Inclusiva

30h

Prof. Augusto Duarte Faria

(ICHI/FURG)

Fundamentos do trabalho científico. Elaboração de artigo científico. Estilo de redação técnico-científica. Elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais. Tipos de citações no artigo científico.

MANTOAN, M. T. É.; PRIETO, R. G.; ARANTES, V. A. (Org.). Inclusão escolar: pontos e contrapontos. São Paulo: Summus, 2006.


________, Maria Tereza Égler; SANTOS, Maria Terezinha Teixeira dos. Cotidiano Escolar – Ação Docente: Atendimento Educacional Especializado – Políticas Públicas e Gestão dos Municípios. São Paulo: Moderna, 2010.

  Disciplina 13 –

Estágio na escola inclusiva

60h

Profª Letícia (ICHI/FURG) 

Profª Carla Imaraya Meyer de Felippe e todos os Professores Formadores I e II

 

Observação, estudo teórico, intervenção nos espaços escolares e relatório.

Todas as bibliografias do curso.

  Disciplina 14 – Seminário  60h

Coordenadora do curso

profa. Carla Imaraya

Meyer de Felippe

Elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso e 

Seminário.

Todas as bibliografias do curso.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

4.2.  Equipe de desenvolvimento

             O curso será coordenado pela profa. Carla Imaraya que é representante da área de Educação Especial na Formação Continuada da Furg e coordenadora do NEAI. Serão necessários os seguintes membros na equipe: um professor Pesquisador para auxiliar na elaboração do conteúdo, doze professores Pesquisadores Formadores para execução do curso, um professor Formador para orientação de estágio e cinco tutores à distância. Será realizado um edital interno e externo para chamada pública de docentes para as disciplinas específicas.


4.2.1. Perfil da equipe executora

             A equipe será selecionada nas normas da SEaD e estará apto para atuar no curso os profissionais que tiverem uma das habilitações abaixo:

- professores especialistas que possuam formação em  AEE;                       -professores que possuam formação em educação especial em uma das seguintes áreas: deficiência física, deficiência intelectual, surdez, deficiência visual, deficiências múltiplas, surdocegueira, altas habilidades, superdotação e transtorno do espectro autista;

- professores da língua portuguesa e de metodologia;

- técnicos como: psicólogos, pedagogos, psicopedagogos, tradutores e intérpretes de sinais- LIBRAS, técnicos em deficiência visual.

 - profissionais com experiência na área de educação especial;

 - professores da rede de ensino e de outras universidades;

 - discentes da pós-graduação;

 - técnicos administrativos da universidade federal;


                4.3. Equipe Multidisciplinar da SEaD –

             Apoio aos professores para a produção de material que será disponibilizado na Plataforma Moodle ou em meio digital. Os cursistas contarão com o apoio de tutores à distância que atuarão na sede da IES, acompanhando o professor titular nas disciplinas, interagindo com os estudantes através dos recursos oferecidos pela Plataforma Moodle. A carga horária semanal de trabalho dos tutores é de 20 horas semanais, atendendo em média 25 estudantes. 

             Os tutores têm a função de se relacionarem diretamente com o estudante,  acompanhando o desenvolvimento de suas atividades, mediando suas dúvidas sobre conteúdos e questões administrativas, realizando o registro de notas e resultados e informando a coordenação do curso sobre quaisquer problemas e eventualidades. São responsáveis, também, por manter o estudante motivado e estimulado durante todo o processo de construção de seu conhecimento.

              Os tutores deverão estar capacitados para o uso da metodologia interativa e problematizadora, bem como aplicar conhecimentos relativos à área de informática e dinâmica de grupo. Os tutores a distância atuam como mediadores e orientadores das atividades previstas em cada disciplina, acompanhando o desenvolvimento de cada estudante e turma, especialmente através dos recursos e instrumentos oferecidos pela Plataforma Moodle, bem como por outras formas de comunicação à distância. Esses atuarão na sede da IES junto ao professor.                                                                   

             A seleção de tutores, que se dá por meio de Edital Público, será divulgada publicamente e realizada por uma comissão formada pelo professor do módulo e outros dois membros, designados por portaria institucional. A esses cabe definir os requisitos e critérios de seleção, bem como realizá-la e publicar os resultados.

4.3.1. Atividades a Distância 

              

             Paralelamente ao conteúdo postado, as tarefas e participação nos fóruns de discussões serão acompanhadas durante a semana na plataforma Moodle. Atividades serão tutoriadas e acompanhadas pelos tutores. Para possibilitar a comunicação contínua entre os 

atores envolvidos - estudantes, tutores e professores - no curso oferecido, será utilizada a plataforma Moodle (http://www.uab.furg.br).

             O Moodle é um Ambiente Colaborativo de Aprendizagem que utiliza a Tecnologia Internet e permite a concepção, administração e o desenvolvimento de diversos tipos de ações, como cursos a distância, complemento a cursos presenciais, projetos de pesquisa, projetos colaborativos e diversas outras formas de apoio a distância e ao processo ensino-aprendizagem.

             O principal recurso dessa plataforma para a comunicação entre os estudantes, tutores e professores é o “Fórum de Discussão”. Esta ferramenta propicia a interatividade entre professores, estudantes e tutores, oferecendo maiores condições aos participantes para se conhecerem, trocarem experiências e debaterem temas pertinentes. Nesse espaço, os estudantes podem elaborar e expor suas idéias e opiniões, possibilitando as intervenções dos formadores e dos próprios colegas com o intuito de instigar à reflexão e ao aprimoramento do trabalho em desenvolvimento, visando à formalização de conceitos, bem como a construção do conhecimento.

4.3.2. Preparação e formação para a EaD:

Apresenta-se neste item aspectos relacionados a formação tanto dos professores, tutores quanto dos estudantes do curso. Nessa direção, a formação dos professores e tutores enquanto profissionais da educação ocorrerá permanentemente com o apoio da SEaD por meio de oficinas, reuniões de estudo, encontros e debates de aspectos relacionadas a apropriação dos recursos tecnológicos voltados a educação, bem como a produção do material digital para as diferentes disciplinas.

    Para isso serão realizadas reuniões semanais entre os tutores, coordenadores e professores das disciplinas do curso com o intuito de discutir aspectos relacionados tanto a apropriação da tecnologia quanto as questões voltadas a apropriação de conhecimento e mediação da aprendizagem no Curso de Pós-Graduação Latu Sensu.


      A fim de possibilitar um processo formativo permanente dos sujeitos envolvidos com o curso, a SEaD disponibiliza uma equipe multidisciplinar especializada que planeja tempos e espaços formativos para potencializar a interação entre estes atores e, além disso, apoia a produção de material didático digital.

4.3.4. Estrutura do polo presencial:

    Os recursos materiais devem compor a estrutura física e logística de cada polo de atuação, com exceção dos itens referentes à sala de permanência. Os polos presenciais deverão atender às exigências do sistema UAB, tendo como base o exemplo de polo de apoio presencial:

 

Dependência administrativa

Itens

Sala

para

secretaria acadêmica

Mobiliário

01 mesa para computador

01 mesa de escritório com gavetas

01 mesa para scanner

01 mesa para impressora

02 armários com 02 portas

02 arquivos de aço

01 mesa para telefone e fax

01 mural

02 cadeiras giratórias

Equipamentos e

serviços

01 computador com gravador de CD e multimídia

01 impressora a laser

01 scanner

01 aparelho de telefone/fax

01 webcam

01 no-break

Acesso a Internet para o pólo

01 linha telefônica com ramais


Sala da

Coordenação

do polo

Mobiliário

01 mesa escritório com gavetas

02 cadeiras giratórias

01 mural

01 mesa para computador

01 armário com 02 portas

02 cadeiras estofadas com braço

Equipamento

01 computador completo, com multimídia gravador de CD, acesso à Internet.

01 webcam

01 aparelho de telefone

Sala para

tutores

presenciais

Mobiliário

04 mesas de reunião (4 pessoas)

16 cadeiras estofadas reunião

04 cadeiras com braço

04 mesas de escritório

01 mesa de impressora

01 mesa de scanner

02 armários com 02 portas

Equipamento

04 computadores completos

01 scanner

01 aparelho telefone/fax

01 impressora

04 webcam

Sala de

professores e reuniões

Mobiliário

01 mesa reunião 10 pessoas

10 cadeiras estofadas com braço

01 armário com porta

01 mural

01 quadro branco

Sala de aula presencial típica

Mobiliário

50 carteiras estofadas

01 quadro branco ou de giz

01 mural

01 mesa para professor

01 cadeira estofada

Laboratório

de informática

Mobiliário

25 cadeiras estofadas

01 cadeira estofada para professor

25 mesas para computador

01 quadro branco

02 murais com vidro

01 mesa para projetor

02 armários de segurança para equipamentos

01 mesa para impressora

01 mesa para scanner

01 suporte para TV

equipamento

25 computadores completos com acesso à internet

25 webcam

01 impressora

01 scanner

01 projetor multimídia

01 aparelho de TV 29 polegadas e DVD

01 servidor

07 no-break

HUB e roteador

02 condicionadores de ar

Sala de vídeo conferência

Mobiliário

50 carteiras

01 mesa para o professor

01 cadeira giratória

01 quadro branco

01 tela de projeção

01 mesa de computador

01 mesa para projetor

01 suporte para TV

Equipamentos

01 computador completo com multimídia (caixas de som e microfone), acesso à Internet.

01 webcam

01 videocassete

01 projetor multimídia

01 aparelho de TV 35 polegadas e DVD

01 aparelho de vídeo conferência

01 no-break

01 condicionador de ar

Biblioteca

Mobiliário

04 mesas para 04 pessoas

16 cadeiras estofadas

03 cadeiras giratórias com braço

02 mesas para computador

01 mesa para escritório com gavetas

02 armários com fechadura para a guarda de acervo bibliográfico de multimeios: CD-Rom, disquetes, fitas de vídeo, DVD e outros

01 mesa para impressora

01 armário com 02 portas

04 estantes de aço específicas para biblioteca.

Equipamento

02 computadores completos com gravador de CD

01 aparelho de telefone

01 impressora

Tabela 4: exemplo de estrutura para os polos de apoio presencial


4.3.4. Estrutura física da SEaD

          O Conselho Universitário, em reunião ordinária do dia 07 de dezembro de 2007, aprovou a criação da Secretaria Geral de Educação a Distância (SEaD) da FURG. Essa Secretaria tem a atribuição específica de gestão administrativa e pedagógica das atividades de

EaD na Instituição, promovendo as condições necessárias à implementação das ações da FURG em Programas e Projetos da área junto ao MEC. 

A SEaD é parceira e disponibilizará o suporte necessário para a aplicação do curso exercendo funções de : coordenar as atividades de EaD na FURG; propiciar, aos professores envolvidos, um espaço para discussão, reflexão e desenvolvimento de ações voltadas à EaD; dar suporte administrativo, pedagógico e técnico às ações de EaD e implementar políticas de EaD na FURG, a fim de desenvolver a A FURG tem por missão “promover a educação plena, por meio de atividades ligadas ao Ensino,à Pesquisa e à Extensão. Neste propósito, a instituição assumiu como meta desenvolver outras modalidades de ensino, dentre as quais a Educação à Distância (EaD). infraestrutura necessária: secretaria, laboratórios de informática, equipe de multimídia, sala de filmagem, sala de vídeo conferência, ambiente virtual que habilita a oferta de curso a distância.  Oportunizará a formação de professores e tutores, assim como o       deslocamento.

4.3.5. Avaliação da aprendizagem

O processo de avaliação no curso seguirá as orientações determinadas na Deliberação 38/1990/ COEPE. A avaliação de cada disciplina é parte integrante dos processos de ensino e 


aprendizagem e pode variar em função da orientação dos professores destas. O aluno que não obtiver aprovação em qualquer disciplina estará automaticamente desligado do curso, por se tratar de curso de oferta única. Em casos de não aprovação, o aluno será desligado do curso, sendo que poderá reingressar no curso em caso de reoferta do mesmo.

Os alunos realizarão nos polos, avaliações presenciais por semestre, que comporão 60% da nota final de acordo com o disposto no Decreto 5.622 de 19 de dezembro de 2005. Essas avaliações serão aplicadas pelos professores e tutores da disciplina. Durante o curso serão desenvolvidas avaliações a distância na forma de trabalhos e exercícios que serão corrigidos pelos professores e tutores, que correspondem a 40%.

 
 
 
Para outras informações entre em contato com a coordenadora do curso:
Profª Drª Carla Imaraya Meyer de Felippe 
Email: carlaimaraya@yahoo.com.br
 
 
 
   Disciplinas / Docentes  
 
  • 10225P - Aprendendo a lidar com a genialidade na escola; a escola que não me compreende
    Augusto Duarte Faria Doutorado
    Carla Imaraya Meyer de Felippe Mestrado
  • 10223P - As novas aprendizagens do cérebro e o estudante e suas emoções
    Carla Imaraya Meyer de Felippe Mestrado
    Cristiane Lima Terra Fernandes Doutorado
  • 10226P - As vicissitudes na inclusão de estudantes com transtorno do espectro autista (TEA)
    Carla Imaraya Meyer de Felippe Mestrado
  • 10222P - Dificuldades de Aprendizagem X Necessidades Educativas Específicas Psicologia da diferença; O papel do educador frente à Inclusão; Psicopedagogia; Psicomotricidade
    Carla Imaraya Meyer de Felippe Mestrado
  • 10220P - Educação à distância
    Narjara Mendes Garcia Doutorado
  • 10229P - LIBRAS
    Cassia Lobato Marins Mestrado
  • 10221P - Marcos legais da Educação Especial/ Inclusiva
    Renato Duro Dias Doutorado
  • 10224P - O corpo e o movimento
    Carla Imaraya Meyer de Felippe Mestrado
  • 10227P - O sujeito com deficiência visual e o AEE; deficiências múltiplas sensoriais e surdocegueira
    Carla Imaraya Meyer de Felippe Mestrado
  • 10228P - Surdez e o sujeito com deficiência auditiva
    Carla Imaraya Meyer de Felippe Mestrado
    Cristiane Lima Terra Fernandes Doutorado
 
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